23.8.15

Unicórnio

O meu primeiro troféu: um unicórnio.
É para o quarto das meninas.







Mini secretária

Ou será uma mesa de trabalho? Está tão danificada, cheia de mazelas e queimaduras que me parece ter sido uma mesa utilizada para alguns trabalhos de soldadura.

Mas gostei tanto dela quando a vi e preferi manter o estado dela. Bem, lixei um pouco a madeira para ter um aspecto mais limpo e macio. Também lhe dei um verniz escuro no tampo e cera no resto da superfície. Continuo a adorá-la, assim mesmo, com as mazelas todas.



22.8.15

Cadeira de braços

Está finalizado o trabalho de recuperação da cadeira que encontrei na rua.
Encontrei-a com um braço partido e o meu tio fez o favor de a arranjar. Depois foi necessário arranjar uma estrutura para o assento. Penso que antes teria sido em palhinha.
Antes de forrar a cadeira passei uma demão de verniz mogno escuro. O assento foi forrado com um tecido aproveitado duma saia escocesa e para as costas tive de comprar um tecido novo. A fita decorativa aplicada nas costas é um cinto que a minha filha já não gostava e que estava estragado.

Do velho ao novo. Demorou muito tempo porque fui fazendo aos poucos, com amor e motivação.



27.4.15

Bonecada

Animais feitos com meias velhas, feltro, botões, contas e fitas.

Retrato de grupo

O bicho

O dorminhoco

O gato Patolas
O gato Feliz

Poltrona

Enfim a poltrona está terminada e já está a decorar o meu quarto.
A almofada em tecido escocês foi feita a partir do tecido duma saia desmanchada e a outra é feita com um resto de tecido da cabeceira estofada da minha cama.





14.4.15

Futuros trabalhos

Para fazer uma mesa. É necessário lixar bem e colocar uns pés. Depois de lixar tenho de ver se ficará bem com restos de tinta a dar um ar de porta velha. Logo vejo que gosto do aspecto.




Para estofar.




Para forrar.



E a menina dos meus olhos, para estofar e forrar. Já tenho a madeira e a espuma para o assento e já escolhi o tecido. O assento vai ser em tartan (tecido escocês) que aproveitei duma saia que já não servia às minhas filhas. Ainda não decidi se faço o encosto das costas no mesmo tecido ou se escolho antes um tecido liso.


Cadeirão

Hoje tratei uma cadeira de bambu que estava em péssimo estado.





Esta cadeira e uma outra igual fazem parte dum conjunto com um cadeirão de 2 lugares.
Comprei em São Tomé e Príncipe na minha lua de mel em 1992. Hoje estão bastante mal tratados. Tenho sempre cuidado para que não apanhem chuva mas, por vezes, chove quando não espero e molham-se.

Comecei por lixar toda a superfície até conseguir tirar as manchas escuras de humidade. Iniciei com lixa 150 para madeiras mas percebi que a lixa 80 lixava mais rápido e a madeira ficava macia na mesma. O bambu é incrível. Se fosse outra madeira e se usasse a lixa 80 teria de terminar com lixa 150 para ficar macia.

Aqui fica uma foto da cadeira já com a 1ª demão de verniz. Amanhã dou a 2ª demão e posso passar à outra cadeira.





Estofar

Esta é a fase em que se encontra o cadeirão que ando a estofar. Falta-me uma fita de cartão para poder fechar as partes laterais e de trás na perfeição. Tive de encomendar na Amazon.



25.2.15


Este é o cadeirão que estou a estofar e a forrar.

Mais novidades muito próximo.

29.10.14

Estofar

Há uns tempos atrás, o meu marido foi agraciado com umas poltronas vindas da beira da estrada.
Estavam impecáveis na estrutura mas o tecido estava desbotado, manchado e rasgado. Impróprias para nos sentarmos e expormos na nossa casa. Vi logo o potencial das poltronas.

Só o mês passado é que consegui tempo e ideias para proceder ao seu restauro.
Na loja de tecidos que costumo visitar e de quem sou amiga, encontrei o tecido ideal. A escolha foi feita depois da decisão do local da casa onde iriam estar. Pensei que, ficando no hall dos quartos ou mesmo no quarto das minhas filhas, ficariam muito bem. Na sala já não existe muito espaço, para além de que tenho na sala uma outra poltrona, já com lugar cativo, e que também precisa de restauro.

Em 3 dias separados, retirei o tecido velho, cortei e cosi todas as peças. O tecido antigo serviu como molde para as novas peças. No meio de muitas e muitas provas, lá consegui dar por terminado o trabalho da primeira poltrona. Foi extremamente gratificante. Só passados mais uns dias é que tive disponibilidade para tratar da segundo poltrona. Estão lindas. Adoro-as.

Estou muito contente: menos um mono para engrossar as toneladas de poluição e mais um apoio ao ambiente e à Terra.



14.7.13

Docinhos e pudins

Adorei o aspecto com que ficou este pudim de pão.

É simples de fazer. Aqueci 1 litro de leite de soja, juntei açúcar e açúcar baunilhado e juntei bocados de pão duro que me andavam a incomodar. Deixei de molho durante 1/2 hora. Moí tudo com o liquidificador ou varinha mágica e juntei 6 ovos batidos.

Untei umas formas de queques e savarins com margarina para depois ser fácil desenformar. De seguida deitei a massa nas formas e levei ao forno num tabuleiro com água para a cozedura ser feita em banho-maria.

Depois de cozinho, desenformei com a ajuda duma faca e coloquei-os num prato de sobremesa. Coloquei o molho, feito com 1 iogurte natural e uma colher de sopa cheia de doce de morango, e enfeitei com morangos e uvas do meu jardim.

Estava muito saborosa; a doçura estava no ponto.



30.5.13

Mais bolachas

Estas bolachas já foram feitas umas semanas atrás e só agora tive tempo para tratar as fotos e publicar.

As borboletas foram realizadas a propósito do início da primavera. A bolacha com a menina azul foi um modelo para apresentar a propósito da encomenda que tive para o dia da criança. Também apresentei um modelo com um boneco de palito, que foi o escolhido. As bolachas finais estão já apresentadas aqui. O azulejo com uma embarcação foi uma ideia para reproduzir alguns azulejos portugueses. Neste caso trata-se duma cópia dum azulejo do sec. XVIII, se não estou em erro. Esta bolachas foi pintada a pincel.

Estas bolachas já tinham  uma semana quando as fotografei,é por isso que aparecem manchas esbranquiçadas no glacê. Algumas também têm o glacê um pouco amolgado pelo mesmo motivo.






Dia da criança-2013

Recebi uma encomenda para fazer umas bolachas para o dia da criança. É para uma loja em Almada que pretende presentear cada cliente com uma bolachinha alusiva ao dia. Não é uma ideia tão original? Aqui estão as bolachas. Deram-me uma grande preocupação: o glacê não secava. No final, e depois de algumas buscas no google, acabei por decidir ligar uma ventoinha e o desumudificador. Secaram bem, depois deste truque.



1.5.13

Dia da mãe

Novas bolachinhas para o dia da mãe. Obriguei-me a fazer as bolachas porque combinei. Se assim não fosse nunca mais começava.
Desta vez custou um pouco fazer todo o trabalho mas tive a ajuda da minha sobrinha Catarina. Está sempre pronta a ajudar, é um mimo.
Voltei a ter problemas com a cobertura de glacê porque continuo o cometer o mesmo erro: faço tudo a olho. E depois, como não me apetece emendar porque estou ávida de começar a decorar, o glacé fica demasiado mole e escorre pelas bolachas. Resolvi o problema cortando e retirando parte da cobertura depois de seca.

Apreciem e digam se gostam.







29.4.13

Passeios pelo campo

Em Abril, assim que apareceram os primeiros raios de sol, a seguir às chuvas, fui apanhar espargos.

E eu a pensar que só havia espargos no campo, lá para o campo a valer, pelo meio do Alentejo profundo. Mas não. Há por todo o campo. Aqui mesmo, junto à minha casa, em poucos metros de terreno baldio nasce uma variedade muito diferente dos do supermercado. Estes são selvagens, claro. E têm um sabor suave a alho. São mais estreitos, alguns são verdes e outros mais escuros.

Gosto de comer os espargos ao natural: escaldados e mais nada. É como gosto dos camarões selvagens e da lagosta genuína. Será que as melhores coisas do mundo sabem melhor se forem cozinhadas ao natural?

28.4.13

Etiqueta para embalagem de bolachas glaceadas

Estive ontem à tarde a fazer algumas experiências com o publisher para elaborar uma etiqueta para a embalagem de bolachas.
Depois de ter experimentado uma série de programas online com o mesmo fim, resolvi que o melhor mesmo era optar pelo programa da Microsoft na falta dum melhor programa de design.
Bem, o resultado foi satisfatório. Sou inexperiente em design, embora toda a vida tenha feito alguns desenhos.  Penso que não me saí mal de todo para uma primeira vez.

Escolhi o azul e o vermelho. Não é bem vermelho, mas um tom que se aproxima mais do rosa escuro. (como já viram, também não sei nada de teoria da cor). Tem vermelho-255 e Azul-102. Adoro ver estas duas cores juntas.


Tenho de melhorar a imagem antes de imprimir. Vou fazer alguns testes e depois terei a versão final.

23.4.13

Borboletas de Primavera

Deliciei-me a fazer estas bolachas em forma de borboleta.
Escolhi uns tons pastel e, embora não tenham ficado muito bem nas fotos, ao natural estão lindas.

Tive alguns problemas.Comecei a decorar as bolachas com um bico demasiado largo e a decoração ficou pouco delicada. Comecei a sentir-me incomodada com o resultado final e decidi pintá-las com pincel. Posso dizer que me deu muito mais prazer e o resultado ficou delicado e com uma cobertura menos grossa, que era o que pretendia.

Desta vez estive a praticar para conseguir saber os custos exactos desta aventura. Sem qualquer lucro, as bolachas custam 0,60€, contando com as horas de trabalho e os produtos. Não consigo contabilizar o gasto em gás. Cada bolacha pesa 30 gramas antes da decoração. Penso que o preço final poderá ser cerca de 1€. Só me falta ganhar coragem e ir bater às portas dos cafés, mercearias e pastelarias para vender o meu produto. Isso é o pior, não sei se tenho perfil comercial. Mas aqui ficam algumas fotos possíveis, tendo em conta a péssima fotógrafa.



22.4.13

Recuperação de mobiliário

Estava na esplanada do café, perto da minha antiga casa, quando vi algumas pessoas a carregarem um cadeirão velho para a beira do caixote do lixo. Fiquei interessada mas na dúvida. Um amigo que estava comigo, especialista em restauro e em história de arte, ficou interessadíssimo mas triste por já não ter espaço para mais aquele móvel. É claro que o trouxe para a minha casa actual, que por aquela altura estava já a terminar a construção e podia albergar móveis velhos.

Só o ano passado é que deitei mãos ao cadeirão. Depois de tratar da madeira, dediquei-me aos estofos com ajuda da minha irmã. Num instante estava terminado. Não consigo datar o cadeirão com exactidão, mas penso que será das décadas de 50 a 70. É lindo, adoro-o. Dá-me uma alegria imensa e uma satisfação sem par poder olhá-lo todos os dias e saber que não paguei uma pequena fortuna para o ter, apenas gastos em materiais e tempo despendido.


Antes de tratar a madeira mas já depois de ter desmontado a estrutura do assento e das costas

Pode ver-se a madeira antes de lixada (zona com verniz brilhante) e depois de lixada (zona sem brilho)

O meu lindo cadeirão

Pormenor do braço do cadeirão, já polido e envernizado com verniz com pouco brilho.

Pormenor das costas, num tecido com padrão.