O antes e o depois duma secretária encontrada pela cidade, no sítio do costume.
Foi lixada e pintada com tinta chalk em tom branco pérola, que é uma tinta acrílica com giz ou gesso em pó.
Esta tinta é boa a esconder irregularidades porque o pó de gesso fica nas imperfeições da madeira. Mas não completamente, portanto será melhor usar algum material de enchimento se a superfície tiver irregularidades muito profundas ou vastas.
O tampo e os puxadores foram pintados com verniz de madeira em tom escuro de pois de lixados.
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7.4.18
31.7.16
Em recuperação...
A poltrona já começou a ser arranjada. Está a dar muito trabalho mas é preciso continuar. De momento tenho outros trabalhos e a "coisa" está ali para um canto.
De momento estou apenas a retirar o tecido velho para depois ver em que estado está a espuma. Se estiver muito fina e a desfazer-se, ponho espuma nova. Se não, mantenho-a e forro com tecido novo. Esta é a parte mais difícil. Há quem forre com tecido novo por cima do velho. Por mim, retirava até a espuma e restaurava a partir da estrutura de madeira. É o ideal porque a espuma, quando fica velha, esfarela-se. Mas podemos poupar imenso só forrando com tecido novo.
Fotográfo cada parte de tecido que retiro para saber como estava feito. Cada poltrona foi estofada ou forrada duma forma diferente, daí que seja necessário ter registos das etapas.
Já comprei o tecido que vou usar na nova poltrona.
De momento estou apenas a retirar o tecido velho para depois ver em que estado está a espuma. Se estiver muito fina e a desfazer-se, ponho espuma nova. Se não, mantenho-a e forro com tecido novo. Esta é a parte mais difícil. Há quem forre com tecido novo por cima do velho. Por mim, retirava até a espuma e restaurava a partir da estrutura de madeira. É o ideal porque a espuma, quando fica velha, esfarela-se. Mas podemos poupar imenso só forrando com tecido novo.
Fotográfo cada parte de tecido que retiro para saber como estava feito. Cada poltrona foi estofada ou forrada duma forma diferente, daí que seja necessário ter registos das etapas.
Já comprei o tecido que vou usar na nova poltrona.
Ainda para recuperar
Uma mesa antiga em madeira maciça, com gaveta. Tinha um tampo em aglomerado de madeira, todo desfeito. A minha irmã encontrou esta tábua de madeira e trouxe-me para servir de tampo para a mesa.
Móvel recuperado
Mais um móvel recuperado e que, para já, não tem sítio cá em casa.
Os pés foram adicionados e são do Leroy Merlin.
Os pés foram adicionados e são do Leroy Merlin.
9.7.16
Cabide
Retirei apenas a parte da frente duma gaveta duma cómoda. Nem sempre se encontram móveis completos no lixo e, por, isso, é preciso sermos criativos. Adorei o florão central à volta do buraco da fechadura, sem saber o que fazer com isto.
Mais tarde lá me surgiu a ideia de transformar num cabide.
Serrei as laterais para que ficasse do tamanho que eu queria, mas também para apagar algumas imperfeições. Lixei e pintei. Voltei a lixar com arame de lavar tachos. Dá um aspecto mais antigo e shabby.
Os metais foram pintados com spray próprio para metais. Felizmente não tive de gastar dinheiro. O meu marido tinha comprado o spray para proteger umas peças do carro, quando teve de arranjá-lo.
Estou feliz com o resultado mas ainda não decidi onde o colocar cá em casa.
Mais tarde lá me surgiu a ideia de transformar num cabide.
Serrei as laterais para que ficasse do tamanho que eu queria, mas também para apagar algumas imperfeições. Lixei e pintei. Voltei a lixar com arame de lavar tachos. Dá um aspecto mais antigo e shabby.
Os metais foram pintados com spray próprio para metais. Felizmente não tive de gastar dinheiro. O meu marido tinha comprado o spray para proteger umas peças do carro, quando teve de arranjá-lo.
Estou feliz com o resultado mas ainda não decidi onde o colocar cá em casa.
Escaparate
Mais um móvel encontrado à beira do caixote do lixo. Desta vez foi no Algarve, na zona de Loulé. No mesmo sítio, uns anos depois, os meus filhos recolheram um computador portátil que apenas tinha a bateria avariada. Mas um computador, para mim, não é algo que me interesse reciclar ou, como dizem os americanos, upciclar. Upcycle é um termo novo (?) que significa dar um upgrade e um ar mais actual a algum produto já usado.
Bem, conversas à parte, tratei de recolher o escaparate. Fiquei super contente porque me pareceu logo que podia fazer dele algo lindíssimo. Como se vê, é um modelo que não encontramos muito por aí.
Aqui o escaparate ainda não tinha sido lavado nem lixado. Deve ter estado alguns anos numa cozinha e estava cheio de gordura. Se tivesse começado a passar a lixa, não tinha tido êxito. É que a gordura agarra-se à lixa e estraga-a logo de início. Foi preciso lavar o móvel com detergente da loiça e só depois, quando estava seco, lixar toda a superfície. Como sempre, usei lixa mais grossa para retirar os restos de sujidade e alguma gordura que tenha ficado mais entranhada na madeira. Depois usei uma lixa mais fina para tornar a madeira mais suave ao toque. E o aspecto final é o seguinte.
Bem, conversas à parte, tratei de recolher o escaparate. Fiquei super contente porque me pareceu logo que podia fazer dele algo lindíssimo. Como se vê, é um modelo que não encontramos muito por aí.
Aqui o escaparate ainda não tinha sido lavado nem lixado. Deve ter estado alguns anos numa cozinha e estava cheio de gordura. Se tivesse começado a passar a lixa, não tinha tido êxito. É que a gordura agarra-se à lixa e estraga-a logo de início. Foi preciso lavar o móvel com detergente da loiça e só depois, quando estava seco, lixar toda a superfície. Como sempre, usei lixa mais grossa para retirar os restos de sujidade e alguma gordura que tenha ficado mais entranhada na madeira. Depois usei uma lixa mais fina para tornar a madeira mais suave ao toque. E o aspecto final é o seguinte.
23.8.15
Mini secretária
Ou será uma mesa de trabalho? Está tão danificada, cheia de mazelas e queimaduras que me parece ter sido uma mesa utilizada para alguns trabalhos de soldadura.
Mas gostei tanto dela quando a vi e preferi manter o estado dela. Bem, lixei um pouco a madeira para ter um aspecto mais limpo e macio. Também lhe dei um verniz escuro no tampo e cera no resto da superfície. Continuo a adorá-la, assim mesmo, com as mazelas todas.

Mas gostei tanto dela quando a vi e preferi manter o estado dela. Bem, lixei um pouco a madeira para ter um aspecto mais limpo e macio. Também lhe dei um verniz escuro no tampo e cera no resto da superfície. Continuo a adorá-la, assim mesmo, com as mazelas todas.
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22.8.15
Cadeira de braços
Está finalizado o trabalho de recuperação da cadeira que encontrei na rua.
Encontrei-a com um braço partido e o meu tio fez o favor de a arranjar. Depois foi necessário arranjar uma estrutura para o assento. Penso que antes teria sido em palhinha.
Antes de forrar a cadeira passei uma demão de verniz mogno escuro. O assento foi forrado com um tecido aproveitado duma saia escocesa e para as costas tive de comprar um tecido novo. A fita decorativa aplicada nas costas é um cinto que a minha filha já não gostava e que estava estragado.
Do velho ao novo. Demorou muito tempo porque fui fazendo aos poucos, com amor e motivação.
Encontrei-a com um braço partido e o meu tio fez o favor de a arranjar. Depois foi necessário arranjar uma estrutura para o assento. Penso que antes teria sido em palhinha.
Antes de forrar a cadeira passei uma demão de verniz mogno escuro. O assento foi forrado com um tecido aproveitado duma saia escocesa e para as costas tive de comprar um tecido novo. A fita decorativa aplicada nas costas é um cinto que a minha filha já não gostava e que estava estragado.
Do velho ao novo. Demorou muito tempo porque fui fazendo aos poucos, com amor e motivação.
27.4.15
Poltrona
Enfim a poltrona está terminada e já está a decorar o meu quarto.
A almofada em tecido escocês foi feita a partir do tecido duma saia desmanchada e a outra é feita com um resto de tecido da cabeceira estofada da minha cama.
A almofada em tecido escocês foi feita a partir do tecido duma saia desmanchada e a outra é feita com um resto de tecido da cabeceira estofada da minha cama.
29.10.14
Estofar
Há uns tempos atrás, o meu marido foi agraciado com umas poltronas vindas da beira da estrada.
Estavam impecáveis na estrutura mas o tecido estava desbotado, manchado e rasgado. Impróprias para nos sentarmos e expormos na nossa casa. Vi logo o potencial das poltronas.
Só o mês passado é que consegui tempo e ideias para proceder ao seu restauro.
Na loja de tecidos que costumo visitar e de quem sou amiga, encontrei o tecido ideal. A escolha foi feita depois da decisão do local da casa onde iriam estar. Pensei que, ficando no hall dos quartos ou mesmo no quarto das minhas filhas, ficariam muito bem. Na sala já não existe muito espaço, para além de que tenho na sala uma outra poltrona, já com lugar cativo, e que também precisa de restauro.
Em 3 dias separados, retirei o tecido velho, cortei e cosi todas as peças. O tecido antigo serviu como molde para as novas peças. No meio de muitas e muitas provas, lá consegui dar por terminado o trabalho da primeira poltrona. Foi extremamente gratificante. Só passados mais uns dias é que tive disponibilidade para tratar da segundo poltrona. Estão lindas. Adoro-as.
Estou muito contente: menos um mono para engrossar as toneladas de poluição e mais um apoio ao ambiente e à Terra.
Estavam impecáveis na estrutura mas o tecido estava desbotado, manchado e rasgado. Impróprias para nos sentarmos e expormos na nossa casa. Vi logo o potencial das poltronas.
Só o mês passado é que consegui tempo e ideias para proceder ao seu restauro.
Na loja de tecidos que costumo visitar e de quem sou amiga, encontrei o tecido ideal. A escolha foi feita depois da decisão do local da casa onde iriam estar. Pensei que, ficando no hall dos quartos ou mesmo no quarto das minhas filhas, ficariam muito bem. Na sala já não existe muito espaço, para além de que tenho na sala uma outra poltrona, já com lugar cativo, e que também precisa de restauro.
Em 3 dias separados, retirei o tecido velho, cortei e cosi todas as peças. O tecido antigo serviu como molde para as novas peças. No meio de muitas e muitas provas, lá consegui dar por terminado o trabalho da primeira poltrona. Foi extremamente gratificante. Só passados mais uns dias é que tive disponibilidade para tratar da segundo poltrona. Estão lindas. Adoro-as.
Estou muito contente: menos um mono para engrossar as toneladas de poluição e mais um apoio ao ambiente e à Terra.
22.4.13
Recuperação de mobiliário
Estava na esplanada do café, perto da minha antiga casa, quando vi algumas pessoas a carregarem um cadeirão velho para a beira do caixote do lixo. Fiquei interessada mas na dúvida. Um amigo que estava comigo, especialista em restauro e em história de arte, ficou interessadíssimo mas triste por já não ter espaço para mais aquele móvel. É claro que o trouxe para a minha casa actual, que por aquela altura estava já a terminar a construção e podia albergar móveis velhos.
Só o ano passado é que deitei mãos ao cadeirão. Depois de tratar da madeira, dediquei-me aos estofos com ajuda da minha irmã. Num instante estava terminado. Não consigo datar o cadeirão com exactidão, mas penso que será das décadas de 50 a 70. É lindo, adoro-o. Dá-me uma alegria imensa e uma satisfação sem par poder olhá-lo todos os dias e saber que não paguei uma pequena fortuna para o ter, apenas gastos em materiais e tempo despendido.
Só o ano passado é que deitei mãos ao cadeirão. Depois de tratar da madeira, dediquei-me aos estofos com ajuda da minha irmã. Num instante estava terminado. Não consigo datar o cadeirão com exactidão, mas penso que será das décadas de 50 a 70. É lindo, adoro-o. Dá-me uma alegria imensa e uma satisfação sem par poder olhá-lo todos os dias e saber que não paguei uma pequena fortuna para o ter, apenas gastos em materiais e tempo despendido.
![]() |
| Antes de tratar a madeira mas já depois de ter desmontado a estrutura do assento e das costas |
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| Pode ver-se a madeira antes de lixada (zona com verniz brilhante) e depois de lixada (zona sem brilho) |
| O meu lindo cadeirão |
| Pormenor do braço do cadeirão, já polido e envernizado com verniz com pouco brilho. |
| Pormenor das costas, num tecido com padrão. |
21.4.13
Estofar um cadeirão
Primeiro foi retirada toda a espuma e cintas do estofo. Lavou-se o cadeirão e foi depois lixado por duas vezes. A primeira vez foi utilizada uma lixa 80 para remover o verniz. A segunda foi para amaciar a madeira e prepará-la para o novo verniz e foi utilizada uma lixa 200 (se não me engano). A madeira ficou macia e suave ao tacto. Depois de limpo do pó, foram dadas duas demãos de verniz sem brilho com um pincel.
Quando as madeiras estavam preparadas passou-se ao trabalho de estofar. Primeiro foi necessário colocar as cintas que servem de amortecedor, tanto nas costas, como no assento. Foram pregadas à madeira com agrafes. A parte mais trabalhosa é o estofamento propriamente dito. Conheço dois tipos de espuma: a amarela e a cinzenta. A segunda é a mais espessa. Dentre cada uma existem várias espessuras. A espessura da espuma a utilizar foi escolhida a olho; amarela mas nem muito larga nem demasiado fina.
As camadas são como se segue: depois das cintas a espuma, depois um tecido fino de espuma (nem sei o nome mas pode ver-se pelas fotos) e depois o tecido final. O importante é esticar bastante bem todos os tecidos, em especial o final. Isto é importante para que não fique uma marca no sofá ou cadeirão cada vez que alguém se senta.
Quando as madeiras estavam preparadas passou-se ao trabalho de estofar. Primeiro foi necessário colocar as cintas que servem de amortecedor, tanto nas costas, como no assento. Foram pregadas à madeira com agrafes. A parte mais trabalhosa é o estofamento propriamente dito. Conheço dois tipos de espuma: a amarela e a cinzenta. A segunda é a mais espessa. Dentre cada uma existem várias espessuras. A espessura da espuma a utilizar foi escolhida a olho; amarela mas nem muito larga nem demasiado fina.
As camadas são como se segue: depois das cintas a espuma, depois um tecido fino de espuma (nem sei o nome mas pode ver-se pelas fotos) e depois o tecido final. O importante é esticar bastante bem todos os tecidos, em especial o final. Isto é importante para que não fique uma marca no sofá ou cadeirão cada vez que alguém se senta.
| 1ª parte- colocar cintas bem esticadas |
| 3ª parte- colocar o tecido de revestimento bem esticado e prender com agrafes. |
| 3ª parte- continuação da colocação do tecido final. |
| 4ª parte- finalização do estofamento. |
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3.1.13
Clutch
Adoro tecido escocês.
Este era duma saia da minha filha mais velha, quando tinha uns 6 anos. A minha filha mais nova ainda a vestiu e agora já não é de ninguém e não pode ficar a ocupar espaço cá em casa. Ainda pensei oferecer a saia mas gosto tanto do padrão que não consegui.
Primeiro desmanchei-a para poder ter uma ideia do que podia fazer com ela. Fiz várias experiências com o tecido e fiquei rapidamente com uma ideia mais precisa do tipo de mala que podia realizar.
Então, hoje, estive algumas horas a tratar de todos os pormenores depois de ter comprado todos (quase) os materiais que precisava.
Fiz algumas pesquisas na net acerca da forma como podia endurecer um pouco o tecido. Podia colocar papel de poster ou plástico ou, mesmo, pasta de enchimento. Optei por arranjar uma mica velha dum plástico mais grosso que o habitual. É uma boa forma de reutilizar materiais que doutra forma iriam para o lixo.No fim não gostei do resultado e acabei por não a usar. Para além disso não consegui coser à máquina e abandonei a ideia do plástico, optando antes por colocar entretela autocolante que comprei numa retrosaria.
Aqui vão todos os passos para confeccionar uma bolsa clutch em tecido.
1- Desmanchar e engomar
2-Cortar a medida certa, deixando margem para as costuras. Usei um rectângulo de 23cm por 30cm.
3-Cortar a medida exacta para o forro e para a entretela. Engomar a entretela juntamente com o forro para que colem.
4- Pregar o forro (já com a entretela colada) ao tecido apenas num dos lados de 30 cm. Pregar, tendo o cuidado de colocar ambos os tecidos de frente um para o outro. Este lado que ficará pregado, será a abertura da mala.
6- Abrir as costuras cm a ajuda do ferro quente, de forma a ter uma costura perfeita.
7- Unir o tecido com o tecido e o forro com o forro, frente a frente. Coser à máquina. No forro, o lado mais largo (30 cm) não deve ser cosido para depois se poder voltar a mala do direito.
8- Virar do direito e unir o lado do forro que não se coseu, voltando para dentro as pontas. Coser à máquina à beira.
9-Aplicar a tira da fivela, que foi aproveitada da saia.
10- Está quase pronta. Digo quase porque falta colocar uma mola para que a mala possa ficar fechada.
Este era duma saia da minha filha mais velha, quando tinha uns 6 anos. A minha filha mais nova ainda a vestiu e agora já não é de ninguém e não pode ficar a ocupar espaço cá em casa. Ainda pensei oferecer a saia mas gosto tanto do padrão que não consegui.
Primeiro desmanchei-a para poder ter uma ideia do que podia fazer com ela. Fiz várias experiências com o tecido e fiquei rapidamente com uma ideia mais precisa do tipo de mala que podia realizar.
Então, hoje, estive algumas horas a tratar de todos os pormenores depois de ter comprado todos (quase) os materiais que precisava.
Fiz algumas pesquisas na net acerca da forma como podia endurecer um pouco o tecido. Podia colocar papel de poster ou plástico ou, mesmo, pasta de enchimento. Optei por arranjar uma mica velha dum plástico mais grosso que o habitual. É uma boa forma de reutilizar materiais que doutra forma iriam para o lixo.No fim não gostei do resultado e acabei por não a usar. Para além disso não consegui coser à máquina e abandonei a ideia do plástico, optando antes por colocar entretela autocolante que comprei numa retrosaria.
Aqui vão todos os passos para confeccionar uma bolsa clutch em tecido.
1- Desmanchar e engomar
2-Cortar a medida certa, deixando margem para as costuras. Usei um rectângulo de 23cm por 30cm.
3-Cortar a medida exacta para o forro e para a entretela. Engomar a entretela juntamente com o forro para que colem.
4- Pregar o forro (já com a entretela colada) ao tecido apenas num dos lados de 30 cm. Pregar, tendo o cuidado de colocar ambos os tecidos de frente um para o outro. Este lado que ficará pregado, será a abertura da mala.
5- Coser à máquina.
6- Abrir as costuras cm a ajuda do ferro quente, de forma a ter uma costura perfeita.
7- Unir o tecido com o tecido e o forro com o forro, frente a frente. Coser à máquina. No forro, o lado mais largo (30 cm) não deve ser cosido para depois se poder voltar a mala do direito.
8- Virar do direito e unir o lado do forro que não se coseu, voltando para dentro as pontas. Coser à máquina à beira.
9-Aplicar a tira da fivela, que foi aproveitada da saia.
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