Adorei o aspecto com que ficou este pudim de pão.
É simples de fazer. Aqueci 1 litro de leite de soja, juntei açúcar e açúcar baunilhado e juntei bocados de pão duro que me andavam a incomodar. Deixei de molho durante 1/2 hora. Moí tudo com o liquidificador ou varinha mágica e juntei 6 ovos batidos.
Untei umas formas de queques e savarins com margarina para depois ser fácil desenformar. De seguida deitei a massa nas formas e levei ao forno num tabuleiro com água para a cozedura ser feita em banho-maria.
Depois de cozinho, desenformei com a ajuda duma faca e coloquei-os num prato de sobremesa. Coloquei o molho, feito com 1 iogurte natural e uma colher de sopa cheia de doce de morango, e enfeitei com morangos e uvas do meu jardim.
Estava muito saborosa; a doçura estava no ponto.
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14.7.13
30.5.13
Mais bolachas
Estas bolachas já foram feitas umas semanas atrás e só agora tive tempo para tratar as fotos e publicar.
As borboletas foram realizadas a propósito do início da primavera. A bolacha com a menina azul foi um modelo para apresentar a propósito da encomenda que tive para o dia da criança. Também apresentei um modelo com um boneco de palito, que foi o escolhido. As bolachas finais estão já apresentadas aqui. O azulejo com uma embarcação foi uma ideia para reproduzir alguns azulejos portugueses. Neste caso trata-se duma cópia dum azulejo do sec. XVIII, se não estou em erro. Esta bolachas foi pintada a pincel.
Estas bolachas já tinham uma semana quando as fotografei,é por isso que aparecem manchas esbranquiçadas no glacê. Algumas também têm o glacê um pouco amolgado pelo mesmo motivo.
As borboletas foram realizadas a propósito do início da primavera. A bolacha com a menina azul foi um modelo para apresentar a propósito da encomenda que tive para o dia da criança. Também apresentei um modelo com um boneco de palito, que foi o escolhido. As bolachas finais estão já apresentadas aqui. O azulejo com uma embarcação foi uma ideia para reproduzir alguns azulejos portugueses. Neste caso trata-se duma cópia dum azulejo do sec. XVIII, se não estou em erro. Esta bolachas foi pintada a pincel.
Estas bolachas já tinham uma semana quando as fotografei,é por isso que aparecem manchas esbranquiçadas no glacê. Algumas também têm o glacê um pouco amolgado pelo mesmo motivo.
Dia da criança-2013
Recebi uma encomenda para fazer umas bolachas para o dia da criança. É para uma loja em Almada que pretende presentear cada cliente com uma bolachinha alusiva ao dia. Não é uma ideia tão original? Aqui estão as bolachas. Deram-me uma grande preocupação: o glacê não secava. No final, e depois de algumas buscas no google, acabei por decidir ligar uma ventoinha e o desumudificador. Secaram bem, depois deste truque.
1.5.13
Dia da mãe
Novas bolachinhas para o dia da mãe. Obriguei-me a fazer as bolachas porque combinei. Se assim não fosse nunca mais começava.
Desta vez custou um pouco fazer todo o trabalho mas tive a ajuda da minha sobrinha Catarina. Está sempre pronta a ajudar, é um mimo.
Voltei a ter problemas com a cobertura de glacê porque continuo o cometer o mesmo erro: faço tudo a olho. E depois, como não me apetece emendar porque estou ávida de começar a decorar, o glacé fica demasiado mole e escorre pelas bolachas. Resolvi o problema cortando e retirando parte da cobertura depois de seca.
Apreciem e digam se gostam.
Desta vez custou um pouco fazer todo o trabalho mas tive a ajuda da minha sobrinha Catarina. Está sempre pronta a ajudar, é um mimo.
Voltei a ter problemas com a cobertura de glacê porque continuo o cometer o mesmo erro: faço tudo a olho. E depois, como não me apetece emendar porque estou ávida de começar a decorar, o glacé fica demasiado mole e escorre pelas bolachas. Resolvi o problema cortando e retirando parte da cobertura depois de seca.
Apreciem e digam se gostam.
29.4.13
Passeios pelo campo
Em Abril, assim que apareceram os primeiros raios de sol, a seguir às chuvas, fui apanhar espargos.
E eu a pensar que só havia espargos no campo, lá para o campo a valer, pelo meio do Alentejo profundo. Mas não. Há por todo o campo. Aqui mesmo, junto à minha casa, em poucos metros de terreno baldio nasce uma variedade muito diferente dos do supermercado. Estes são selvagens, claro. E têm um sabor suave a alho. São mais estreitos, alguns são verdes e outros mais escuros.
Gosto de comer os espargos ao natural: escaldados e mais nada. É como gosto dos camarões selvagens e da lagosta genuína. Será que as melhores coisas do mundo sabem melhor se forem cozinhadas ao natural?
E eu a pensar que só havia espargos no campo, lá para o campo a valer, pelo meio do Alentejo profundo. Mas não. Há por todo o campo. Aqui mesmo, junto à minha casa, em poucos metros de terreno baldio nasce uma variedade muito diferente dos do supermercado. Estes são selvagens, claro. E têm um sabor suave a alho. São mais estreitos, alguns são verdes e outros mais escuros.
Gosto de comer os espargos ao natural: escaldados e mais nada. É como gosto dos camarões selvagens e da lagosta genuína. Será que as melhores coisas do mundo sabem melhor se forem cozinhadas ao natural?
23.4.13
Borboletas de Primavera
Deliciei-me a fazer estas bolachas em forma de borboleta.
Escolhi uns tons pastel e, embora não tenham ficado muito bem nas fotos, ao natural estão lindas.
Tive alguns problemas.Comecei a decorar as bolachas com um bico demasiado largo e a decoração ficou pouco delicada. Comecei a sentir-me incomodada com o resultado final e decidi pintá-las com pincel. Posso dizer que me deu muito mais prazer e o resultado ficou delicado e com uma cobertura menos grossa, que era o que pretendia.
Desta vez estive a praticar para conseguir saber os custos exactos desta aventura. Sem qualquer lucro, as bolachas custam 0,60€, contando com as horas de trabalho e os produtos. Não consigo contabilizar o gasto em gás. Cada bolacha pesa 30 gramas antes da decoração. Penso que o preço final poderá ser cerca de 1€. Só me falta ganhar coragem e ir bater às portas dos cafés, mercearias e pastelarias para vender o meu produto. Isso é o pior, não sei se tenho perfil comercial. Mas aqui ficam algumas fotos possíveis, tendo em conta a péssima fotógrafa.
Escolhi uns tons pastel e, embora não tenham ficado muito bem nas fotos, ao natural estão lindas.
Tive alguns problemas.Comecei a decorar as bolachas com um bico demasiado largo e a decoração ficou pouco delicada. Comecei a sentir-me incomodada com o resultado final e decidi pintá-las com pincel. Posso dizer que me deu muito mais prazer e o resultado ficou delicado e com uma cobertura menos grossa, que era o que pretendia.
Desta vez estive a praticar para conseguir saber os custos exactos desta aventura. Sem qualquer lucro, as bolachas custam 0,60€, contando com as horas de trabalho e os produtos. Não consigo contabilizar o gasto em gás. Cada bolacha pesa 30 gramas antes da decoração. Penso que o preço final poderá ser cerca de 1€. Só me falta ganhar coragem e ir bater às portas dos cafés, mercearias e pastelarias para vender o meu produto. Isso é o pior, não sei se tenho perfil comercial. Mas aqui ficam algumas fotos possíveis, tendo em conta a péssima fotógrafa.
21.4.13
Estofar um cadeirão
Primeiro foi retirada toda a espuma e cintas do estofo. Lavou-se o cadeirão e foi depois lixado por duas vezes. A primeira vez foi utilizada uma lixa 80 para remover o verniz. A segunda foi para amaciar a madeira e prepará-la para o novo verniz e foi utilizada uma lixa 200 (se não me engano). A madeira ficou macia e suave ao tacto. Depois de limpo do pó, foram dadas duas demãos de verniz sem brilho com um pincel.
Quando as madeiras estavam preparadas passou-se ao trabalho de estofar. Primeiro foi necessário colocar as cintas que servem de amortecedor, tanto nas costas, como no assento. Foram pregadas à madeira com agrafes. A parte mais trabalhosa é o estofamento propriamente dito. Conheço dois tipos de espuma: a amarela e a cinzenta. A segunda é a mais espessa. Dentre cada uma existem várias espessuras. A espessura da espuma a utilizar foi escolhida a olho; amarela mas nem muito larga nem demasiado fina.
As camadas são como se segue: depois das cintas a espuma, depois um tecido fino de espuma (nem sei o nome mas pode ver-se pelas fotos) e depois o tecido final. O importante é esticar bastante bem todos os tecidos, em especial o final. Isto é importante para que não fique uma marca no sofá ou cadeirão cada vez que alguém se senta.
Quando as madeiras estavam preparadas passou-se ao trabalho de estofar. Primeiro foi necessário colocar as cintas que servem de amortecedor, tanto nas costas, como no assento. Foram pregadas à madeira com agrafes. A parte mais trabalhosa é o estofamento propriamente dito. Conheço dois tipos de espuma: a amarela e a cinzenta. A segunda é a mais espessa. Dentre cada uma existem várias espessuras. A espessura da espuma a utilizar foi escolhida a olho; amarela mas nem muito larga nem demasiado fina.
As camadas são como se segue: depois das cintas a espuma, depois um tecido fino de espuma (nem sei o nome mas pode ver-se pelas fotos) e depois o tecido final. O importante é esticar bastante bem todos os tecidos, em especial o final. Isto é importante para que não fique uma marca no sofá ou cadeirão cada vez que alguém se senta.
| 1ª parte- colocar cintas bem esticadas |
| 3ª parte- colocar o tecido de revestimento bem esticado e prender com agrafes. |
| 3ª parte- continuação da colocação do tecido final. |
| 4ª parte- finalização do estofamento. |
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A Primavera chegou
A primavera inundou a minha casa. O calor começou, deixou de chover e o sol brilha tanto que, por vezes, precisamos fechar as cortinas.
Não me contive e deixei que as flores se fossem chegando para dentro de portas. Assim até a vida é leve.
O postal com o coelhinho foi feito por mim e pela minha filha de 9 anos. Não ficou uma delícia?
Não me contive e deixei que as flores se fossem chegando para dentro de portas. Assim até a vida é leve.
O postal com o coelhinho foi feito por mim e pela minha filha de 9 anos. Não ficou uma delícia?
19.4.13
Mamã especialista
A minha mãe tem 86 anos e soube há cerca de 6 meses que tem insuficiência renal. Vimos o valores nas análises, vimos os resultados das ecografias e lemos tudo o que podíamos na internet acerca do assunto. Resultado: ficámos confusas.
Resolvemos que o melhor era consultar um especialista alimentar macrobiótico. A proposta foi feita à minha mãe, que também queria fazer uma dieta, e rumámos ao especialista que também é amigo meu. Bem, saímos de lá com uma dieta para a condição da minha mãe: cortar o sal completamente, não comer carnes, cortar no açúcar processado, comer apenas uma colher de sopa de leguminosas por refeição, não comer laranjas nem beber sumo de laranja, não consumir lacticínios, comer apenas fruta cozinhada, comer cereais integrais, comer grande variedade de vegetais, evitar as especiarias mas condimentar com ervas frescas e por aí. Posso dizer que a minha mãe começou a dieta com afinco, esperançada de que a função renal ía melhorar ou, pelo menos, que não ía piorar. Começou a dieta e continuou-a, embora com algumas queixas porque a comida não tinha sal e porque tinha saudades do sabor do leite e porque nem sempre a comida lhe sabia bem. Mas ao fim de algum tempo deixou de se queixar.
Também foi aconselhada a dar passeios diários de meia-hora, coisa que ela faz sempre, menos nos dias em que chove. Sobe sempre ao centro da cidade, todos os dias à tarde, e aproveita e faz uma ou outra compra.
Hoje dei-me conta de duas grandes verdades. Uma delas é que a minha mãe se tornou uma especialista em croquetes. Sabe qual o melhor croquete da cidade, qual o café ou pastelaria onde se vende, quais as diferenças entre os croquetes das várias pastelarias. A outra verdade é que agora sei porque é que ela deixou de se queixar da dieta.
Resolvemos que o melhor era consultar um especialista alimentar macrobiótico. A proposta foi feita à minha mãe, que também queria fazer uma dieta, e rumámos ao especialista que também é amigo meu. Bem, saímos de lá com uma dieta para a condição da minha mãe: cortar o sal completamente, não comer carnes, cortar no açúcar processado, comer apenas uma colher de sopa de leguminosas por refeição, não comer laranjas nem beber sumo de laranja, não consumir lacticínios, comer apenas fruta cozinhada, comer cereais integrais, comer grande variedade de vegetais, evitar as especiarias mas condimentar com ervas frescas e por aí. Posso dizer que a minha mãe começou a dieta com afinco, esperançada de que a função renal ía melhorar ou, pelo menos, que não ía piorar. Começou a dieta e continuou-a, embora com algumas queixas porque a comida não tinha sal e porque tinha saudades do sabor do leite e porque nem sempre a comida lhe sabia bem. Mas ao fim de algum tempo deixou de se queixar.
Também foi aconselhada a dar passeios diários de meia-hora, coisa que ela faz sempre, menos nos dias em que chove. Sobe sempre ao centro da cidade, todos os dias à tarde, e aproveita e faz uma ou outra compra.
Hoje dei-me conta de duas grandes verdades. Uma delas é que a minha mãe se tornou uma especialista em croquetes. Sabe qual o melhor croquete da cidade, qual o café ou pastelaria onde se vende, quais as diferenças entre os croquetes das várias pastelarias. A outra verdade é que agora sei porque é que ela deixou de se queixar da dieta.
25.12.12
Bolo escocês aberto
Depois das festas lá me lembrei de fotografar o bolo escocês. Ainda fui a tempo, daqui a uns dias já não há bolo.
24.12.12
Bolo escocês
No Natal faço sempre o bolo escocês. Adoro este bolo e só o como uma vez por ano.
Conheci este bolo quando uma das minhas irmãs namorou com escocês. Conheceram as respectivas famílias e fizeram a festa de noivado na Escócia com direito a bolo especial e tudo. Nós, a família lusa, fomos agraciados com uma boa parte do bolo de noivado.
E cá está o famoso bolo de frutas. A maior parte do bolo é constituído por corintos e sultanas. Pelo meio das sultanas permite-se a presença de algumas ameixas e nozes, figos e gengibre, sumo de laranja, ovo e farinha.
Partilho já uma foto do bolo fechado que irá ser aberto apenas depois do jantar da véspera de Natal. Fiz um bolo para cada uma das minhas irmãs e um para ficar cá em casa.
Conheci este bolo quando uma das minhas irmãs namorou com escocês. Conheceram as respectivas famílias e fizeram a festa de noivado na Escócia com direito a bolo especial e tudo. Nós, a família lusa, fomos agraciados com uma boa parte do bolo de noivado.
E cá está o famoso bolo de frutas. A maior parte do bolo é constituído por corintos e sultanas. Pelo meio das sultanas permite-se a presença de algumas ameixas e nozes, figos e gengibre, sumo de laranja, ovo e farinha.
Partilho já uma foto do bolo fechado que irá ser aberto apenas depois do jantar da véspera de Natal. Fiz um bolo para cada uma das minhas irmãs e um para ficar cá em casa.
Bolachas glaceadas de Natal
Este Natal resolvi estrear-me nas bolachas glaceadas.
Bem, não se pode dizer que tenha sido uma estreia. Há um par de anos tentei decorar bolachas com icing sugar mas foi desastroso. Resolvi usar uma receita de icing sugar em que o resultado é uma pasta grossa para tender com o rolo da massa. É uma pasta que já usava para cobrir o bolo escocês mas que resultou mal para as bolachas. Desisti de decorar bolachas durante muito tempo. Há uns dias a minha irmã resolveu fazer as mesmas bolachas decoradas. Avisei-a que era muito difícil ter um resultado com bom aspecto e que o melhor era ela assistir a alguns vídeos no youtube.
Não sei se ela seguiu o meu conselho, mas eu segui. E aprendi imenso acerca da melhor pasta, a fluidez, o manuseamento do bico de pasteleiro. Enfim fiz uns cursos de youtube e aqui estão os resultados.
Bem, não se pode dizer que tenha sido uma estreia. Há um par de anos tentei decorar bolachas com icing sugar mas foi desastroso. Resolvi usar uma receita de icing sugar em que o resultado é uma pasta grossa para tender com o rolo da massa. É uma pasta que já usava para cobrir o bolo escocês mas que resultou mal para as bolachas. Desisti de decorar bolachas durante muito tempo. Há uns dias a minha irmã resolveu fazer as mesmas bolachas decoradas. Avisei-a que era muito difícil ter um resultado com bom aspecto e que o melhor era ela assistir a alguns vídeos no youtube.
Não sei se ela seguiu o meu conselho, mas eu segui. E aprendi imenso acerca da melhor pasta, a fluidez, o manuseamento do bico de pasteleiro. Enfim fiz uns cursos de youtube e aqui estão os resultados.
12.11.12
Bolo depois das oito
Noutro bolo feito para um dos aniversários cá de casa, resolvi fazer uma brincadeira.
Tratava-se dum bolo revestido a creme de chocolate. Tinha um ar
delicioso. Coloquei no bolo um cartaz em papel, preso em palitos, e que dizia: "Depois das oito".
Era suposto ser um enigma. Mas a primeira pessoa que se manifestou foi a
minha filha de 9 anos que, muito zangada, me perguntou porque só
podíamos comer o bolo depois das oito horas.Chamou-me má mas sossegou
quando lhe expliquei que era um enigma e que o bolo só podia ser aberto
depois de resolverem o enigma do nome. A festa começou, os convidados
foram aparecendo e todos estavam impacientes para resolver o enigma. É claro que quem o decifrou se calou bem caladinho para os outros terem oportunidade de pensar. Esta foto mostra a fatia de bolo de chocolate e recheio de menta ou after-eight.
Bolos e bolos (novamente)
Parece que nos últimos tempo apenas publico bolos, bolsas e móveis recuperados.
Aqui ficam mais dois bolos. O primeiro é lime cake ou bolo de lima. Tirei a receita da net e experimentei fazer para um dos aniversários cá da família. Estava deliciosamente fresco. A massa é feita com sumo de lima e decora-se com glacé salpicada com raspa de casca de lima.
Aqui ficam mais dois bolos. O primeiro é lime cake ou bolo de lima. Tirei a receita da net e experimentei fazer para um dos aniversários cá da família. Estava deliciosamente fresco. A massa é feita com sumo de lima e decora-se com glacé salpicada com raspa de casca de lima.
7.10.12
Bolo de aniversário
Fiz este bolo de aniversário para a comemoração dos 50 anos do meu marido.
É composto por dois bolos.
Um dos bolos tem massa simples embora eu tenha adicionado um sabor leve de menta. O outro é de chocolate. O recheio e a cobertura são feitos de mascarpone a açúcar. Adicionei frutos do bosque e alguns morangos do meu jardim para uma decoração mais natural e colorida. As velas foram oferecidas pela mãe do meu marido, a minha sogra, que é muito boa pessoa, muito serena e muito prestável.O azul de um ar ainda mais delicado ao conjunto.
O bolo deu-me muito prazer de fazer e de partilhar. Estava saboroso.
É composto por dois bolos.
Um dos bolos tem massa simples embora eu tenha adicionado um sabor leve de menta. O outro é de chocolate. O recheio e a cobertura são feitos de mascarpone a açúcar. Adicionei frutos do bosque e alguns morangos do meu jardim para uma decoração mais natural e colorida. As velas foram oferecidas pela mãe do meu marido, a minha sogra, que é muito boa pessoa, muito serena e muito prestável.O azul de um ar ainda mais delicado ao conjunto.
O bolo deu-me muito prazer de fazer e de partilhar. Estava saboroso.
16.9.11
Foto dos figos
Aqui fica a foto dos figos.
Dá para ver que ficaram gostosos.
A foto foi tirada demasiado perto e focou muito atrás, as minhas desculpas.
Dá para ver que ficaram gostosos.
A foto foi tirada demasiado perto e focou muito atrás, as minhas desculpas.
14.9.11
Iguarias
Não gosto NADA da palavra iguaria, mas foi a palavra que me apareceu assim de repente quando pensei nos figos que estive a fazer à pouco. Estrelas de figos
Então, foi assim que aconteceu. De manhã, enquanto tinha o almoço ao lume, deu-me uma gana de separar as amêndoas com casca que trouxe do Algarve: algumas eram bonitas e outras pretas. As pretas foram as que tinham ficado na árvore do ano passado . Então, foi preciso separar porque não convém guardar já que a maioria está podre.
Parti-as com a ajuda da minha filha de13 anos durante a tarde. Acabei por partir as pretas e as bonitas. E, enquanto fazia o jantar, fui pelando as bonitas porque para decorar os figos não convém ter amêndoas menos boas. Acabei por fazer 44 figos com amêndoas e 3 estrelas de figos.
A foto? Ainda não terminei os figuinhos...têm de ir ao lume. Depois logo mostro, se não os comer todos entretanto.
Então, foi assim que aconteceu. De manhã, enquanto tinha o almoço ao lume, deu-me uma gana de separar as amêndoas com casca que trouxe do Algarve: algumas eram bonitas e outras pretas. As pretas foram as que tinham ficado na árvore do ano passado . Então, foi preciso separar porque não convém guardar já que a maioria está podre.
Parti-as com a ajuda da minha filha de13 anos durante a tarde. Acabei por partir as pretas e as bonitas. E, enquanto fazia o jantar, fui pelando as bonitas porque para decorar os figos não convém ter amêndoas menos boas. Acabei por fazer 44 figos com amêndoas e 3 estrelas de figos.
A foto? Ainda não terminei os figuinhos...têm de ir ao lume. Depois logo mostro, se não os comer todos entretanto.
29.3.11
Cenouras com sultanas
Cebolas às lâminas, cenouras às rodelas, sultanas, sal, raspa de casca de limão, óleo, vinagre de ameixa salgada.
Saltear levemente a cebola em óleo e juntar uma pitada de sal. Juntar as cenouras e continuar a saltear por 2 min. Juntar um pouco de água no fundo do tacho e as sultanas e deixar cozer em lume brando por 10 min. Temperar com o vinagre de ameixa (é ácido e salgado) e com a raspa do limão e servir de imediato.
Saltear levemente a cebola em óleo e juntar uma pitada de sal. Juntar as cenouras e continuar a saltear por 2 min. Juntar um pouco de água no fundo do tacho e as sultanas e deixar cozer em lume brando por 10 min. Temperar com o vinagre de ameixa (é ácido e salgado) e com a raspa do limão e servir de imediato.
23.3.11
Creme de abóbora
O creme de abóbora é apenas feito com abóbora, cebola, azeite e sal. No final é liquidificado e servido com alga nori cortada às tirinhas ou salsa picada.
A alga nori é uma folha feita a partir de algas marinhas processadas e secas. A nori já é mencionada no Japão desde o séc. VIII, em forma de pasta, mas a folha só começou a ser elaborada no séc. XVII, no período Edo.
A alga nori é uma folha feita a partir de algas marinhas processadas e secas. A nori já é mencionada no Japão desde o séc. VIII, em forma de pasta, mas a folha só começou a ser elaborada no séc. XVII, no período Edo.
21.3.11
Favas novas
Salada de favas, temperada com azeite virgem, vinagre de arroz, sal, alho e ervas do jardim (folhinas de aipo, hortelã, salsa e coentros). As favas foram cozinhadas apenas 10-15 minutos para não ficarem muito escuras e manterem o sabor fresco e primaveril.
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