Mais um móvel encontrado à beira do caixote do lixo. Desta vez foi no Algarve, na zona de Loulé. No mesmo sítio, uns anos depois, os meus filhos recolheram um computador portátil que apenas tinha a bateria avariada. Mas um computador, para mim, não é algo que me interesse reciclar ou, como dizem os americanos, upciclar. Upcycle é um termo novo (?) que significa dar um upgrade e um ar mais actual a algum produto já usado.
Bem, conversas à parte, tratei de recolher o escaparate. Fiquei super contente porque me pareceu logo que podia fazer dele algo lindíssimo. Como se vê, é um modelo que não encontramos muito por aí.
Aqui o escaparate ainda não tinha sido lavado nem lixado. Deve ter estado alguns anos numa cozinha e estava cheio de gordura. Se tivesse começado a passar a lixa, não tinha tido êxito. É que a gordura agarra-se à lixa e estraga-a logo de início. Foi preciso lavar o móvel com detergente da loiça e só depois, quando estava seco, lixar toda a superfície. Como sempre, usei lixa mais grossa para retirar os restos de sujidade e alguma gordura que tenha ficado mais entranhada na madeira. Depois usei uma lixa mais fina para tornar a madeira mais suave ao toque. E o aspecto final é o seguinte.
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9.7.16
22.8.15
Cadeira de braços
Está finalizado o trabalho de recuperação da cadeira que encontrei na rua.
Encontrei-a com um braço partido e o meu tio fez o favor de a arranjar. Depois foi necessário arranjar uma estrutura para o assento. Penso que antes teria sido em palhinha.
Antes de forrar a cadeira passei uma demão de verniz mogno escuro. O assento foi forrado com um tecido aproveitado duma saia escocesa e para as costas tive de comprar um tecido novo. A fita decorativa aplicada nas costas é um cinto que a minha filha já não gostava e que estava estragado.
Do velho ao novo. Demorou muito tempo porque fui fazendo aos poucos, com amor e motivação.
Encontrei-a com um braço partido e o meu tio fez o favor de a arranjar. Depois foi necessário arranjar uma estrutura para o assento. Penso que antes teria sido em palhinha.
Antes de forrar a cadeira passei uma demão de verniz mogno escuro. O assento foi forrado com um tecido aproveitado duma saia escocesa e para as costas tive de comprar um tecido novo. A fita decorativa aplicada nas costas é um cinto que a minha filha já não gostava e que estava estragado.
Do velho ao novo. Demorou muito tempo porque fui fazendo aos poucos, com amor e motivação.
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