Novas bolachinhas para o dia da mãe. Obriguei-me a fazer as bolachas porque combinei. Se assim não fosse nunca mais começava.
Desta vez custou um pouco fazer todo o trabalho mas tive a ajuda da minha sobrinha Catarina. Está sempre pronta a ajudar, é um mimo.
Voltei a ter problemas com a cobertura de glacê porque continuo o cometer o mesmo erro: faço tudo a olho. E depois, como não me apetece emendar porque estou ávida de começar a decorar, o glacé fica demasiado mole e escorre pelas bolachas. Resolvi o problema cortando e retirando parte da cobertura depois de seca.
Apreciem e digam se gostam.
Tessa Almada
1.5.13
28.4.13
Etiqueta para embalagem de bolachas glaceadas
Estive ontem à tarde a fazer algumas experiências com o publisher para elaborar uma etiqueta para a embalagem de bolachas.
Depois de ter experimentado uma série de programas online com o mesmo fim, resolvi que o melhor mesmo era optar pelo programa da Microsoft na falta dum melhor programa de design.
Bem, o resultado foi satisfatório. Sou inexperiente em design, embora toda a vida tenha feito alguns desenhos. Penso que não me saí mal de todo para uma primeira vez.
Escolhi o azul e o vermelho. Não é bem vermelho, mas um tom que se aproxima mais do rosa escuro. (como já viram, também não sei nada de teoria da cor). Tem vermelho-255 e Azul-102. Adoro ver estas duas cores juntas.
Tenho de melhorar a imagem antes de imprimir. Vou fazer alguns testes e depois terei a versão final.
Depois de ter experimentado uma série de programas online com o mesmo fim, resolvi que o melhor mesmo era optar pelo programa da Microsoft na falta dum melhor programa de design.
Bem, o resultado foi satisfatório. Sou inexperiente em design, embora toda a vida tenha feito alguns desenhos. Penso que não me saí mal de todo para uma primeira vez.
Escolhi o azul e o vermelho. Não é bem vermelho, mas um tom que se aproxima mais do rosa escuro. (como já viram, também não sei nada de teoria da cor). Tem vermelho-255 e Azul-102. Adoro ver estas duas cores juntas.
Tenho de melhorar a imagem antes de imprimir. Vou fazer alguns testes e depois terei a versão final.
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23.4.13
Borboletas de Primavera
Deliciei-me a fazer estas bolachas em forma de borboleta.
Escolhi uns tons pastel e, embora não tenham ficado muito bem nas fotos, ao natural estão lindas.
Tive alguns problemas.Comecei a decorar as bolachas com um bico demasiado largo e a decoração ficou pouco delicada. Comecei a sentir-me incomodada com o resultado final e decidi pintá-las com pincel. Posso dizer que me deu muito mais prazer e o resultado ficou delicado e com uma cobertura menos grossa, que era o que pretendia.
Desta vez estive a praticar para conseguir saber os custos exactos desta aventura. Sem qualquer lucro, as bolachas custam 0,60€, contando com as horas de trabalho e os produtos. Não consigo contabilizar o gasto em gás. Cada bolacha pesa 30 gramas antes da decoração. Penso que o preço final poderá ser cerca de 1€. Só me falta ganhar coragem e ir bater às portas dos cafés, mercearias e pastelarias para vender o meu produto. Isso é o pior, não sei se tenho perfil comercial. Mas aqui ficam algumas fotos possíveis, tendo em conta a péssima fotógrafa.
Escolhi uns tons pastel e, embora não tenham ficado muito bem nas fotos, ao natural estão lindas.
Tive alguns problemas.Comecei a decorar as bolachas com um bico demasiado largo e a decoração ficou pouco delicada. Comecei a sentir-me incomodada com o resultado final e decidi pintá-las com pincel. Posso dizer que me deu muito mais prazer e o resultado ficou delicado e com uma cobertura menos grossa, que era o que pretendia.
Desta vez estive a praticar para conseguir saber os custos exactos desta aventura. Sem qualquer lucro, as bolachas custam 0,60€, contando com as horas de trabalho e os produtos. Não consigo contabilizar o gasto em gás. Cada bolacha pesa 30 gramas antes da decoração. Penso que o preço final poderá ser cerca de 1€. Só me falta ganhar coragem e ir bater às portas dos cafés, mercearias e pastelarias para vender o meu produto. Isso é o pior, não sei se tenho perfil comercial. Mas aqui ficam algumas fotos possíveis, tendo em conta a péssima fotógrafa.
22.4.13
Recuperação de mobiliário
Estava na esplanada do café, perto da minha antiga casa, quando vi algumas pessoas a carregarem um cadeirão velho para a beira do caixote do lixo. Fiquei interessada mas na dúvida. Um amigo que estava comigo, especialista em restauro e em história de arte, ficou interessadíssimo mas triste por já não ter espaço para mais aquele móvel. É claro que o trouxe para a minha casa actual, que por aquela altura estava já a terminar a construção e podia albergar móveis velhos.
Só o ano passado é que deitei mãos ao cadeirão. Depois de tratar da madeira, dediquei-me aos estofos com ajuda da minha irmã. Num instante estava terminado. Não consigo datar o cadeirão com exactidão, mas penso que será das décadas de 50 a 70. É lindo, adoro-o. Dá-me uma alegria imensa e uma satisfação sem par poder olhá-lo todos os dias e saber que não paguei uma pequena fortuna para o ter, apenas gastos em materiais e tempo despendido.
Só o ano passado é que deitei mãos ao cadeirão. Depois de tratar da madeira, dediquei-me aos estofos com ajuda da minha irmã. Num instante estava terminado. Não consigo datar o cadeirão com exactidão, mas penso que será das décadas de 50 a 70. É lindo, adoro-o. Dá-me uma alegria imensa e uma satisfação sem par poder olhá-lo todos os dias e saber que não paguei uma pequena fortuna para o ter, apenas gastos em materiais e tempo despendido.
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| Antes de tratar a madeira mas já depois de ter desmontado a estrutura do assento e das costas |
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| Pode ver-se a madeira antes de lixada (zona com verniz brilhante) e depois de lixada (zona sem brilho) |
| O meu lindo cadeirão |
| Pormenor do braço do cadeirão, já polido e envernizado com verniz com pouco brilho. |
| Pormenor das costas, num tecido com padrão. |
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21.4.13
Estofar um cadeirão
Primeiro foi retirada toda a espuma e cintas do estofo. Lavou-se o cadeirão e foi depois lixado por duas vezes. A primeira vez foi utilizada uma lixa 80 para remover o verniz. A segunda foi para amaciar a madeira e prepará-la para o novo verniz e foi utilizada uma lixa 200 (se não me engano). A madeira ficou macia e suave ao tacto. Depois de limpo do pó, foram dadas duas demãos de verniz sem brilho com um pincel.
Quando as madeiras estavam preparadas passou-se ao trabalho de estofar. Primeiro foi necessário colocar as cintas que servem de amortecedor, tanto nas costas, como no assento. Foram pregadas à madeira com agrafes. A parte mais trabalhosa é o estofamento propriamente dito. Conheço dois tipos de espuma: a amarela e a cinzenta. A segunda é a mais espessa. Dentre cada uma existem várias espessuras. A espessura da espuma a utilizar foi escolhida a olho; amarela mas nem muito larga nem demasiado fina.
As camadas são como se segue: depois das cintas a espuma, depois um tecido fino de espuma (nem sei o nome mas pode ver-se pelas fotos) e depois o tecido final. O importante é esticar bastante bem todos os tecidos, em especial o final. Isto é importante para que não fique uma marca no sofá ou cadeirão cada vez que alguém se senta.
Quando as madeiras estavam preparadas passou-se ao trabalho de estofar. Primeiro foi necessário colocar as cintas que servem de amortecedor, tanto nas costas, como no assento. Foram pregadas à madeira com agrafes. A parte mais trabalhosa é o estofamento propriamente dito. Conheço dois tipos de espuma: a amarela e a cinzenta. A segunda é a mais espessa. Dentre cada uma existem várias espessuras. A espessura da espuma a utilizar foi escolhida a olho; amarela mas nem muito larga nem demasiado fina.
As camadas são como se segue: depois das cintas a espuma, depois um tecido fino de espuma (nem sei o nome mas pode ver-se pelas fotos) e depois o tecido final. O importante é esticar bastante bem todos os tecidos, em especial o final. Isto é importante para que não fique uma marca no sofá ou cadeirão cada vez que alguém se senta.
| 1ª parte- colocar cintas bem esticadas |
| 3ª parte- colocar o tecido de revestimento bem esticado e prender com agrafes. |
| 3ª parte- continuação da colocação do tecido final. |
| 4ª parte- finalização do estofamento. |
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A Primavera chegou
A primavera inundou a minha casa. O calor começou, deixou de chover e o sol brilha tanto que, por vezes, precisamos fechar as cortinas.
Não me contive e deixei que as flores se fossem chegando para dentro de portas. Assim até a vida é leve.
O postal com o coelhinho foi feito por mim e pela minha filha de 9 anos. Não ficou uma delícia?
Não me contive e deixei que as flores se fossem chegando para dentro de portas. Assim até a vida é leve.
O postal com o coelhinho foi feito por mim e pela minha filha de 9 anos. Não ficou uma delícia?
19.4.13
Mamã especialista
A minha mãe tem 86 anos e soube há cerca de 6 meses que tem insuficiência renal. Vimos o valores nas análises, vimos os resultados das ecografias e lemos tudo o que podíamos na internet acerca do assunto. Resultado: ficámos confusas.
Resolvemos que o melhor era consultar um especialista alimentar macrobiótico. A proposta foi feita à minha mãe, que também queria fazer uma dieta, e rumámos ao especialista que também é amigo meu. Bem, saímos de lá com uma dieta para a condição da minha mãe: cortar o sal completamente, não comer carnes, cortar no açúcar processado, comer apenas uma colher de sopa de leguminosas por refeição, não comer laranjas nem beber sumo de laranja, não consumir lacticínios, comer apenas fruta cozinhada, comer cereais integrais, comer grande variedade de vegetais, evitar as especiarias mas condimentar com ervas frescas e por aí. Posso dizer que a minha mãe começou a dieta com afinco, esperançada de que a função renal ía melhorar ou, pelo menos, que não ía piorar. Começou a dieta e continuou-a, embora com algumas queixas porque a comida não tinha sal e porque tinha saudades do sabor do leite e porque nem sempre a comida lhe sabia bem. Mas ao fim de algum tempo deixou de se queixar.
Também foi aconselhada a dar passeios diários de meia-hora, coisa que ela faz sempre, menos nos dias em que chove. Sobe sempre ao centro da cidade, todos os dias à tarde, e aproveita e faz uma ou outra compra.
Hoje dei-me conta de duas grandes verdades. Uma delas é que a minha mãe se tornou uma especialista em croquetes. Sabe qual o melhor croquete da cidade, qual o café ou pastelaria onde se vende, quais as diferenças entre os croquetes das várias pastelarias. A outra verdade é que agora sei porque é que ela deixou de se queixar da dieta.
Resolvemos que o melhor era consultar um especialista alimentar macrobiótico. A proposta foi feita à minha mãe, que também queria fazer uma dieta, e rumámos ao especialista que também é amigo meu. Bem, saímos de lá com uma dieta para a condição da minha mãe: cortar o sal completamente, não comer carnes, cortar no açúcar processado, comer apenas uma colher de sopa de leguminosas por refeição, não comer laranjas nem beber sumo de laranja, não consumir lacticínios, comer apenas fruta cozinhada, comer cereais integrais, comer grande variedade de vegetais, evitar as especiarias mas condimentar com ervas frescas e por aí. Posso dizer que a minha mãe começou a dieta com afinco, esperançada de que a função renal ía melhorar ou, pelo menos, que não ía piorar. Começou a dieta e continuou-a, embora com algumas queixas porque a comida não tinha sal e porque tinha saudades do sabor do leite e porque nem sempre a comida lhe sabia bem. Mas ao fim de algum tempo deixou de se queixar.
Também foi aconselhada a dar passeios diários de meia-hora, coisa que ela faz sempre, menos nos dias em que chove. Sobe sempre ao centro da cidade, todos os dias à tarde, e aproveita e faz uma ou outra compra.
Hoje dei-me conta de duas grandes verdades. Uma delas é que a minha mãe se tornou uma especialista em croquetes. Sabe qual o melhor croquete da cidade, qual o café ou pastelaria onde se vende, quais as diferenças entre os croquetes das várias pastelarias. A outra verdade é que agora sei porque é que ela deixou de se queixar da dieta.
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Comida
3.1.13
Clutch
Adoro tecido escocês.
Este era duma saia da minha filha mais velha, quando tinha uns 6 anos. A minha filha mais nova ainda a vestiu e agora já não é de ninguém e não pode ficar a ocupar espaço cá em casa. Ainda pensei oferecer a saia mas gosto tanto do padrão que não consegui.
Primeiro desmanchei-a para poder ter uma ideia do que podia fazer com ela. Fiz várias experiências com o tecido e fiquei rapidamente com uma ideia mais precisa do tipo de mala que podia realizar.
Então, hoje, estive algumas horas a tratar de todos os pormenores depois de ter comprado todos (quase) os materiais que precisava.
Fiz algumas pesquisas na net acerca da forma como podia endurecer um pouco o tecido. Podia colocar papel de poster ou plástico ou, mesmo, pasta de enchimento. Optei por arranjar uma mica velha dum plástico mais grosso que o habitual. É uma boa forma de reutilizar materiais que doutra forma iriam para o lixo.No fim não gostei do resultado e acabei por não a usar. Para além disso não consegui coser à máquina e abandonei a ideia do plástico, optando antes por colocar entretela autocolante que comprei numa retrosaria.
Aqui vão todos os passos para confeccionar uma bolsa clutch em tecido.
1- Desmanchar e engomar
2-Cortar a medida certa, deixando margem para as costuras. Usei um rectângulo de 23cm por 30cm.
3-Cortar a medida exacta para o forro e para a entretela. Engomar a entretela juntamente com o forro para que colem.
4- Pregar o forro (já com a entretela colada) ao tecido apenas num dos lados de 30 cm. Pregar, tendo o cuidado de colocar ambos os tecidos de frente um para o outro. Este lado que ficará pregado, será a abertura da mala.
6- Abrir as costuras cm a ajuda do ferro quente, de forma a ter uma costura perfeita.
7- Unir o tecido com o tecido e o forro com o forro, frente a frente. Coser à máquina. No forro, o lado mais largo (30 cm) não deve ser cosido para depois se poder voltar a mala do direito.
8- Virar do direito e unir o lado do forro que não se coseu, voltando para dentro as pontas. Coser à máquina à beira.
9-Aplicar a tira da fivela, que foi aproveitada da saia.
10- Está quase pronta. Digo quase porque falta colocar uma mola para que a mala possa ficar fechada.
Este era duma saia da minha filha mais velha, quando tinha uns 6 anos. A minha filha mais nova ainda a vestiu e agora já não é de ninguém e não pode ficar a ocupar espaço cá em casa. Ainda pensei oferecer a saia mas gosto tanto do padrão que não consegui.
Primeiro desmanchei-a para poder ter uma ideia do que podia fazer com ela. Fiz várias experiências com o tecido e fiquei rapidamente com uma ideia mais precisa do tipo de mala que podia realizar.
Então, hoje, estive algumas horas a tratar de todos os pormenores depois de ter comprado todos (quase) os materiais que precisava.
Fiz algumas pesquisas na net acerca da forma como podia endurecer um pouco o tecido. Podia colocar papel de poster ou plástico ou, mesmo, pasta de enchimento. Optei por arranjar uma mica velha dum plástico mais grosso que o habitual. É uma boa forma de reutilizar materiais que doutra forma iriam para o lixo.No fim não gostei do resultado e acabei por não a usar. Para além disso não consegui coser à máquina e abandonei a ideia do plástico, optando antes por colocar entretela autocolante que comprei numa retrosaria.
Aqui vão todos os passos para confeccionar uma bolsa clutch em tecido.
1- Desmanchar e engomar
2-Cortar a medida certa, deixando margem para as costuras. Usei um rectângulo de 23cm por 30cm.
3-Cortar a medida exacta para o forro e para a entretela. Engomar a entretela juntamente com o forro para que colem.
4- Pregar o forro (já com a entretela colada) ao tecido apenas num dos lados de 30 cm. Pregar, tendo o cuidado de colocar ambos os tecidos de frente um para o outro. Este lado que ficará pregado, será a abertura da mala.
5- Coser à máquina.
6- Abrir as costuras cm a ajuda do ferro quente, de forma a ter uma costura perfeita.
7- Unir o tecido com o tecido e o forro com o forro, frente a frente. Coser à máquina. No forro, o lado mais largo (30 cm) não deve ser cosido para depois se poder voltar a mala do direito.
8- Virar do direito e unir o lado do forro que não se coseu, voltando para dentro as pontas. Coser à máquina à beira.
9-Aplicar a tira da fivela, que foi aproveitada da saia.
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