9.7.16

Cabide

Retirei apenas a parte da frente duma gaveta duma cómoda. Nem sempre se encontram móveis completos no lixo e, por, isso, é preciso sermos criativos. Adorei o florão central à volta do buraco da fechadura, sem saber o que fazer com isto.

Mais tarde lá me surgiu a ideia de transformar num cabide.

Serrei as laterais para que ficasse do tamanho que eu queria, mas também para apagar algumas imperfeições. Lixei e pintei. Voltei a lixar com arame de lavar tachos. Dá um aspecto mais antigo e shabby.

Os metais foram pintados com spray próprio para metais. Felizmente não tive de gastar dinheiro. O meu marido tinha comprado o spray para proteger umas peças do carro, quando teve de arranjá-lo.

Estou feliz com o resultado mas ainda não decidi onde o colocar cá em casa.


Prateleira-gaveta

Era uma gaveta.
Primeiro desmontei o fundo da gaveta para forrar com papel.
Depois passou todo o processo: limpar, lixar, envernizar.  No final coloquei o fundo com o papel colado e pendurei.


Escaparate

Mais um móvel encontrado à beira do caixote do lixo. Desta vez foi no Algarve, na zona de Loulé. No mesmo sítio, uns anos depois, os meus filhos recolheram um computador portátil que apenas tinha a bateria avariada. Mas um computador, para mim, não é algo que me interesse reciclar ou, como dizem os americanos, upciclar. Upcycle é um termo novo (?) que  significa dar um upgrade e um ar mais actual a algum produto já usado.

Bem, conversas à parte, tratei de recolher o escaparate. Fiquei super contente porque me pareceu logo que podia fazer dele algo lindíssimo. Como se vê, é um modelo que não encontramos muito por aí.


Aqui o escaparate ainda não tinha sido lavado nem lixado. Deve ter estado alguns anos numa cozinha e estava cheio de gordura. Se tivesse começado a passar a lixa, não tinha tido êxito. É que a gordura agarra-se à lixa  e estraga-a logo de início. Foi preciso lavar o móvel com detergente da loiça e só depois, quando estava seco, lixar toda a superfície. Como sempre, usei lixa mais grossa para retirar os restos de sujidade e alguma gordura que tenha ficado mais entranhada na madeira. Depois usei uma lixa mais fina para tornar a madeira mais suave ao toque. E o aspecto final é o seguinte.




23.8.15

Unicórnio

O meu primeiro troféu: um unicórnio.
É para o quarto das meninas.







Mini secretária

Ou será uma mesa de trabalho? Está tão danificada, cheia de mazelas e queimaduras que me parece ter sido uma mesa utilizada para alguns trabalhos de soldadura.

Mas gostei tanto dela quando a vi e preferi manter o estado dela. Bem, lixei um pouco a madeira para ter um aspecto mais limpo e macio. Também lhe dei um verniz escuro no tampo e cera no resto da superfície. Continuo a adorá-la, assim mesmo, com as mazelas todas.



22.8.15

Cadeira de braços

Está finalizado o trabalho de recuperação da cadeira que encontrei na rua.
Encontrei-a com um braço partido e o meu tio fez o favor de a arranjar. Depois foi necessário arranjar uma estrutura para o assento. Penso que antes teria sido em palhinha.
Antes de forrar a cadeira passei uma demão de verniz mogno escuro. O assento foi forrado com um tecido aproveitado duma saia escocesa e para as costas tive de comprar um tecido novo. A fita decorativa aplicada nas costas é um cinto que a minha filha já não gostava e que estava estragado.

Do velho ao novo. Demorou muito tempo porque fui fazendo aos poucos, com amor e motivação.



27.4.15

Bonecada

Animais feitos com meias velhas, feltro, botões, contas e fitas.

Retrato de grupo

O bicho

O dorminhoco

O gato Patolas
O gato Feliz 

Poltrona

Enfim a poltrona está terminada e já está a decorar o meu quarto.
A almofada em tecido escocês foi feita a partir do tecido duma saia desmanchada e a outra é feita com um resto de tecido da cabeceira estofada da minha cama.





14.4.15

Futuros trabalhos

Para fazer uma mesa. É necessário lixar bem e colocar uns pés. Depois de lixar tenho de ver se ficará bem com restos de tinta a dar um ar de porta velha. Logo vejo que gosto do aspecto.




Para estofar.




Para forrar.



E a menina dos meus olhos, para estofar e forrar. Já tenho a madeira e a espuma para o assento e já escolhi o tecido. O assento vai ser em tartan (tecido escocês) que aproveitei duma saia que já não servia às minhas filhas. Ainda não decidi se faço o encosto das costas no mesmo tecido ou se escolho antes um tecido liso.


Cadeirão

Hoje tratei uma cadeira de bambu que estava em péssimo estado.





Esta cadeira e uma outra igual fazem parte dum conjunto com um cadeirão de 2 lugares.
Comprei em São Tomé e Príncipe na minha lua de mel em 1992. Hoje estão bastante mal tratados. Tenho sempre cuidado para que não apanhem chuva mas, por vezes, chove quando não espero e molham-se.

Comecei por lixar toda a superfície até conseguir tirar as manchas escuras de humidade. Iniciei com lixa 150 para madeiras mas percebi que a lixa 80 lixava mais rápido e a madeira ficava macia na mesma. O bambu é incrível. Se fosse outra madeira e se usasse a lixa 80 teria de terminar com lixa 150 para ficar macia.

Aqui fica uma foto da cadeira já com a 1ª demão de verniz. Amanhã dou a 2ª demão e posso passar à outra cadeira.





Estofar

Esta é a fase em que se encontra o cadeirão que ando a estofar. Falta-me uma fita de cartão para poder fechar as partes laterais e de trás na perfeição. Tive de encomendar na Amazon.



25.2.15


Este é o cadeirão que estou a estofar e a forrar.

Mais novidades muito próximo.

29.10.14

Estofar

Há uns tempos atrás, o meu marido foi agraciado com umas poltronas vindas da beira da estrada.
Estavam impecáveis na estrutura mas o tecido estava desbotado, manchado e rasgado. Impróprias para nos sentarmos e expormos na nossa casa. Vi logo o potencial das poltronas.

Só o mês passado é que consegui tempo e ideias para proceder ao seu restauro.
Na loja de tecidos que costumo visitar e de quem sou amiga, encontrei o tecido ideal. A escolha foi feita depois da decisão do local da casa onde iriam estar. Pensei que, ficando no hall dos quartos ou mesmo no quarto das minhas filhas, ficariam muito bem. Na sala já não existe muito espaço, para além de que tenho na sala uma outra poltrona, já com lugar cativo, e que também precisa de restauro.

Em 3 dias separados, retirei o tecido velho, cortei e cosi todas as peças. O tecido antigo serviu como molde para as novas peças. No meio de muitas e muitas provas, lá consegui dar por terminado o trabalho da primeira poltrona. Foi extremamente gratificante. Só passados mais uns dias é que tive disponibilidade para tratar da segundo poltrona. Estão lindas. Adoro-as.

Estou muito contente: menos um mono para engrossar as toneladas de poluição e mais um apoio ao ambiente e à Terra.